— Para mim, duas coisas são fundamentais: olhares e voz. Tem coisa mais linda que um olhar? Sinceros, tímidos, reveladores, provocantes, que suplicam, agradecem, sorriem. E voz? Ela acalma e diz quem a pessoa é. - Clarrisa Corrêa.
— Ando precisando de uns abraços, daqueles em que os corações se encontram e sussurram um ao outro o quanto é bom estar assim tão coladinho. Daqueles abraços em que não se diz nada, apenas sente-se a respiração e prega os olhos para que se possa ver a calmaria que há. - Kellen Ribeiro.
— Não tem filosofia, psicologia, neurolinguística, semântica, ciência, arte ou o que seja que consiga explicar essas coisas de amor. Essas coisas de amor. Porque amor a gente sente, não explica. Porque se dá pra explicar, então não é amor. - Cato Alberico Ribeiro.
— Na maioria das noites, durmo preocupada com você. Me perguntando como você está por aí. (…) A lua está cheia, o que me fez pensar em você. Pois sei que não importa o que estou fazendo, e onde estou, esta lua será sempre do mesmo tamanho da sua do outro lado do mundo. - Nicholas Sparks.
— Às vezes preferimos as coisas mais rígidas, sérias. Assim, pretas ou brancas. Sem variação. Sem complicação. Mas permita-me dizer algo: nunca vi um arco-íris monocromático. - Silenciar.
— “O que realmente faz valer a pena estar vivo, não há filmadora ou máquina fotográfica que registre. Surpresas, gargalhadas, lágrimas, enfim, o que eu sinto quem eu sou, você só vai perceber quando olhar nos meus olhos, ou melhor, além deles.” - Clarice Lispector.